O amor acrescenta uma preciosa visão aos olhos.
William Shakespeare
Contamos, além de uma equipe de colaboradores empenhada em melhor servir cada paciente, com um quadro de profissionais altamente qualificados e com título de especialistas reconhecidos pela Associação Médica Brasileira (AMB), que tem como prioridade o tratamento humanizado, com um olhar mais amplo e comprometidos em oferecer o melhor para os todos os pacientes.
Horários de Funcionamento:
- De segunda a sexta, das 8h00 às 18h00;
- Aos sábados, das 8h30 às 12h00.
ESPECIALIDADES
A oculoplástica, ou plástica ocular, é a subespecialidade da Oftalmologia que trata de problemas relacionados às pálpebras, vias lacrimais e órbita e subdivide-se em cirurgia restauradora e estética.
No Brasil, a oculoplástica começou a se firmar como subespecialidade na segunda metade da década de 1960.
A catarata é uma opacidade do cristalino, lente natural do olho.
Pessoas que têm catarata possuem a visão nublada, como se olhassem por uma janela embaçada ou enevoada. Esse problema pode tornar mais difíceis tarefas cotidianas como ler, dirigir ou interpretar a expressão das pessoas.
Em um primeiro momento, uma iluminação mais forte e uso de óculos podem ajudar a lidar com a catarata, mas se a visão prejudicada interfere com as atividades normais, é necessário fazer a cirurgia de catarata, que felizmente costuma ser um procedimento seguro e bastante eficaz.
O Glaucoma é uma doença silenciosa que causa diminuição progressiva da visão devido à morte de células da retina e danos estruturais do nervo óptico. Com o nervo óptico lesado, as imagens captadas pela retina não chegam ao cérebro, e com o passar do tempo e esses danos causados pelo glaucoma, o paciente passa a apresentar pontos cegos no campo visual, podendo progredir para cegueira irreversível se o glaucoma não for diagnosticado e tratado adequadamente.
Infelizmente o glaucoma não apresenta sintomas e progride em silêncio, e por isso é importante consultar um oftalmologista regularmente.
A córnea é um tecido transparente, fino e resistente localizado na parte anterior do olho. É a primeira interface que a luz atravessa. Ela permite a entrada da luz e executa dois terços das tarefas de foco, seguida da íris (área colorida do olho) e da pupila.
A córnea é avascular, sendo nutrida pelo humor aquoso, pelo filme lacrimal, e por difusão de vasos presentes no limbo.
A retina é uma das membranas do seguimento posterior do olho que tem a função de transformar o estímulo luminoso em um estímulo nervoso.
O estudo do fundo do olho serve como referência para enxergar duas estruturas importantes, que são a papila e a mácula. A primeira corresponde ao ponto em que o nervo óptico se continua com a retina, enquanto que a segunda representa o ponto mais sensível de toda a retina.
Na retina estão cerca de 120 milhões de foto-receptores, que são os cones e bastonetes, responsáveis por liberar moléculas neurotransmissoras a uma taxa que é máxima na escuridão e diminui de um modo proporcional com o aumento da intensidade luminosa.
Na retina pode ocorrer patologias que devem ser tratadas o mais rapidamente possível, com isso uma consulta ao oftalmologista periodicamente se faz necessária, pois a prevenção é o melhora caminho para manter uma saúde ocular.
EXAMES
A biometria ocular é a medida do comprimento axial do bulbo ocular e de suas estruturas (câmara anterior, cristalino e cavidade vítrea) utilizando-se ultra-som. É indicada para o cálculo da lente intra-ocular para cirurgias de catarata, ou cirurgias de córnea, retina e vítreo.
A Campimetria Computadorizada é o exame oftalmológico que avalia a percepção visual central e periférica, identificando qualquer alteração ou redução visual. Utilizado para diagnosticar o glaucoma, doenças neurológicas, entre outras.
A curva tensional diária é utilizada para aferir a pressão intra-ocular do paciente para diagnóstico ou acompanhamento do tratamento do glaucoma. É pingado colirio anestésico e fluoresceina nos olhos do paciente e a pressão intra-ocular aferida pelo oftalmolgista. São realizadas diversas medidas da pressão intra-ocular ao longo do dia, em geral com 2-3 horas de intervalo.
A Gonioscopia é um exame de visão que utiliza uma lente especial para o estudo do ângulo da câmara anterior do olho, onde é realizada a drenagem do humor aquoso (líquido que preenche a câmara anterior).
A indicação do exame Gonioscopia é fundamental para o diagnóstico e tratamento do glaucoma.
A topografia é a medida da curvatura da face anterior da córnea através da reflexão de múltiplos anéis concêntricos de luz os anéis de Plácido.
É um exame importante na avaliação da córnea, principalmente com relação à curvatura, acompanhamento de patologias como o ceratocone e planejamento cirúrgico de pterígio, catarata e cirurgia refrativa.
O exame baseia-se na análise da reflexão dos anéis de Plácido projetados na superfície da córnea do indivíduo examinado, onde é analisada a distância entre os anéis de Plácido refletidos e esta informação é transformada em dioptrias pelo programa do equipamento.
O resultado é um mapa colorido que será interpretado pelo médico, no qual, de forma grosseira, podemos analisar que quanto mais cores quentes (vermelho e laranja) aparecem, nestas partes do mapa, há maiores curvaturas. As cores frias (azul e violeta) às curvaturas mais planas. O verde representa a curvatura intermediária da corneana.
O mapeamento de retina, também conhecido como exame de fundo de olho ou fundoscopia, é um exame em que o oftalmologista consegue observar os nervos, vasos sanguíneos e o tecido do olho responsável pela captação das imagens, podendo detectar alterações e permitir a indicação do tratamento.
Assim, o mapeamento é indicado para identificar alterações provocadas por:
- Doenças oculares, como glaucoma, descolamento de retina, tumor, inflamações, falta de fluxo de sangue ou intoxicação por remédios, por exemplo;
- Doenças sistêmicas que causam danos oculares, por alterarem os nervos e vasos do olhos, como diabetes, hipertensão arterial, doenças reumáticas, doenças neurológicas ou doenças do sangue.
Tonometria é a medição da pressão interna do globo ocular. As variações da pressão intraocular são devidas ao humor aquoso, um líquido que fica contido entre a íris e a córnea, constituído por 98% de água e 2% de sais, o qual é continuamente produzido e eliminado pelo organismo. É a quantidade desse líquido que dá a pressão intraocular. Se houver um desequilíbrio no mecanismo de produção/eliminação dele a pressão intraocular varia, geralmente aumentando.
Quem deve medir a pressão intraocular?
A tonometria deve ser feita de rotina em toda consulta oftalmológica, especialmente em:
- Pacientes idosos;
- Pessoas com tendência hereditária à pressão intraocular elevada.
E a qualquer momento em:
- Pacientes com suspeita de glaucoma e outras enfermidades como tumores de íris, por exemplo, nas quais a pressão intraocular costuma ser elevada.
Períodos pré e pós-operatórios de cirurgias oculares como catarata, glaucoma, transplante de córnea, descolamento de retina, vitrectomia (cirurgia do humor vítreo), etc;
- Distúrbios da pressão ocular pós-traumática;
- Outra indicação obrigatória é o caso de sangramentos intraoculares.
O paciente é colocado em frente a um microscópio digital que irá registrar a imagem do endotélio, aumentando-a em milhares de vezes. Assim, o médico consegue avaliar a quantidade de células presentes na região, o tamanho e formato das células e se o endotélio é saudável. O exame é indolor e não há contato com o olho do paciente.
Por meio de uma sonda ultrassônica, o médico conseguirá determinar qual a espessura da córnea do paciente.
O exame é realizado após a instilação de colírio anestésico e é indolor.
COB News | Artigos, Dicas e Informações
Acompanhe a COB no Instagram
O amor acrescenta uma preciosa visão aos olhos.
William Shakespeare
Contamos, além de uma equipe de colaboradores empenhada em melhor servir cada paciente, com um quadro de profissionais altamente qualificados e com título de especialistas reconhecidos pela Associação Médica Brasileira (AMB), que tem como prioridade o tratamento humanizado, com um olhar mais amplo e comprometidos em oferecer o melhor para os todos os pacientes.
Horários de Funcionamento:
- De segunda a sexta, das 8h00 às 18h00;
- Aos sábados, das 8h30 às 12h00.
ESPECIALIDADES
A oculoplástica, ou plástica ocular, é a subespecialidade da Oftalmologia que trata de problemas relacionados às pálpebras, vias lacrimais e órbita e subdivide-se em cirurgia restauradora e estética.
No Brasil, a oculoplástica começou a se firmar como subespecialidade na segunda metade da década de 1960.
A catarata é uma opacidade do cristalino, lente natural do olho.
Pessoas que têm catarata possuem a visão nublada, como se olhassem por uma janela embaçada ou enevoada. Esse problema pode tornar mais difíceis tarefas cotidianas como ler, dirigir ou interpretar a expressão das pessoas.
Em um primeiro momento, uma iluminação mais forte e uso de óculos podem ajudar a lidar com a catarata, mas se a visão prejudicada interfere com as atividades normais, é necessário fazer a cirurgia de catarata, que felizmente costuma ser um procedimento seguro e bastante eficaz.
O Glaucoma é uma doença silenciosa que causa diminuição progressiva da visão devido à morte de células da retina e danos estruturais do nervo óptico. Com o nervo óptico lesado, as imagens captadas pela retina não chegam ao cérebro, e com o passar do tempo e esses danos causados pelo glaucoma, o paciente passa a apresentar pontos cegos no campo visual, podendo progredir para cegueira irreversível se o glaucoma não for diagnosticado e tratado adequadamente.
Infelizmente o glaucoma não apresenta sintomas e progride em silêncio, e por isso é importante consultar um oftalmologista regularmente.
A córnea é um tecido transparente, fino e resistente localizado na parte anterior do olho. É a primeira interface que a luz atravessa. Ela permite a entrada da luz e executa dois terços das tarefas de foco, seguida da íris (área colorida do olho) e da pupila.
A córnea é avascular, sendo nutrida pelo humor aquoso, pelo filme lacrimal, e por difusão de vasos presentes no limbo.
A retina é uma das membranas do seguimento posterior do olho que tem a função de transformar o estímulo luminoso em um estímulo nervoso.
O estudo do fundo do olho serve como referência para enxergar duas estruturas importantes, que são a papila e a mácula. A primeira corresponde ao ponto em que o nervo óptico se continua com a retina, enquanto que a segunda representa o ponto mais sensível de toda a retina.
Na retina estão cerca de 120 milhões de foto-receptores, que são os cones e bastonetes, responsáveis por liberar moléculas neurotransmissoras a uma taxa que é máxima na escuridão e diminui de um modo proporcional com o aumento da intensidade luminosa.
Na retina pode ocorrer patologias que devem ser tratadas o mais rapidamente possível, com isso uma consulta ao oftalmologista periodicamente se faz necessária, pois a prevenção é o melhora caminho para manter uma saúde ocular.
EXAMES
A biometria ocular é a medida do comprimento axial do bulbo ocular e de suas estruturas (câmara anterior, cristalino e cavidade vítrea) utilizando-se ultra-som. É indicada para o cálculo da lente intra-ocular para cirurgias de catarata, ou cirurgias de córnea, retina e vítreo.
A Campimetria Computadorizada é o exame oftalmológico que avalia a percepção visual central e periférica, identificando qualquer alteração ou redução visual. Utilizado para diagnosticar o glaucoma, doenças neurológicas, entre outras.
A curva tensional diária é utilizada para aferir a pressão intra-ocular do paciente para diagnóstico ou acompanhamento do tratamento do glaucoma. É pingado colirio anestésico e fluoresceina nos olhos do paciente e a pressão intra-ocular aferida pelo oftalmolgista. São realizadas diversas medidas da pressão intra-ocular ao longo do dia, em geral com 2-3 horas de intervalo.
A Gonioscopia é um exame de visão que utiliza uma lente especial para o estudo do ângulo da câmara anterior do olho, onde é realizada a drenagem do humor aquoso (líquido que preenche a câmara anterior).
A indicação do exame Gonioscopia é fundamental para o diagnóstico e tratamento do glaucoma.
A topografia é a medida da curvatura da face anterior da córnea através da reflexão de múltiplos anéis concêntricos de luz os anéis de Plácido.
É um exame importante na avaliação da córnea, principalmente com relação à curvatura, acompanhamento de patologias como o ceratocone e planejamento cirúrgico de pterígio, catarata e cirurgia refrativa.
O exame baseia-se na análise da reflexão dos anéis de Plácido projetados na superfície da córnea do indivíduo examinado, onde é analisada a distância entre os anéis de Plácido refletidos e esta informação é transformada em dioptrias pelo programa do equipamento.
O resultado é um mapa colorido que será interpretado pelo médico, no qual, de forma grosseira, podemos analisar que quanto mais cores quentes (vermelho e laranja) aparecem, nestas partes do mapa, há maiores curvaturas. As cores frias (azul e violeta) às curvaturas mais planas. O verde representa a curvatura intermediária da corneana.
O mapeamento de retina, também conhecido como exame de fundo de olho ou fundoscopia, é um exame em que o oftalmologista consegue observar os nervos, vasos sanguíneos e o tecido do olho responsável pela captação das imagens, podendo detectar alterações e permitir a indicação do tratamento.
Assim, o mapeamento é indicado para identificar alterações provocadas por:
- Doenças oculares, como glaucoma, descolamento de retina, tumor, inflamações, falta de fluxo de sangue ou intoxicação por remédios, por exemplo;
- Doenças sistêmicas que causam danos oculares, por alterarem os nervos e vasos do olhos, como diabetes, hipertensão arterial, doenças reumáticas, doenças neurológicas ou doenças do sangue.
Tonometria é a medição da pressão interna do globo ocular. As variações da pressão intraocular são devidas ao humor aquoso, um líquido que fica contido entre a íris e a córnea, constituído por 98% de água e 2% de sais, o qual é continuamente produzido e eliminado pelo organismo. É a quantidade desse líquido que dá a pressão intraocular. Se houver um desequilíbrio no mecanismo de produção/eliminação dele a pressão intraocular varia, geralmente aumentando.
Quem deve medir a pressão intraocular?
A tonometria deve ser feita de rotina em toda consulta oftalmológica, especialmente em:
- Pacientes idosos;
- Pessoas com tendência hereditária à pressão intraocular elevada.
E a qualquer momento em:
- Pacientes com suspeita de glaucoma e outras enfermidades como tumores de íris, por exemplo, nas quais a pressão intraocular costuma ser elevada.
Períodos pré e pós-operatórios de cirurgias oculares como catarata, glaucoma, transplante de córnea, descolamento de retina, vitrectomia (cirurgia do humor vítreo), etc;
- Distúrbios da pressão ocular pós-traumática;
- Outra indicação obrigatória é o caso de sangramentos intraoculares.
COB News
Artigos, Dicas e Informações
Acompanhe a COB no Instagram
Erro: nenhum feed com a ID 1 foi encontrado.
Vá para a página de configurações do Instagram Feed para criar um feed.
Diretor Técnico: Dr. Dácio Rolemberg Neto - CRM: 17402 | RQE: 11457


